>

Books Access na XVII Bienal do Livro Rio


Olá, leitores! Estamos aqui para contar como foi nossa experiência na XVII Bienal Internacional do Livro Rio, que aconteceu do dia 3 à 13 de setembro. Estivemos presentes em quatro dias do evento, e vamos falar um pouco mais sobre o último sábado (12) que foi o mais sensacional de todos. 

Saímos de Niterói as 8:30, chegamos no Riocentro por volta de 12h (trânsito infernal por conta das obras por perto), e já estávamos com o mapa em mãos para poder organizar todo o nosso dia. Como eu já havia ido à Bienal anteriormente, ficou bem mais fácil explorar os 80 mil km² distribuídos entre os três pavilhões mais a praça central.


Visitamos os estandes da maior parte das editoras, e as 14h fomos à Submarino assistir ao bate-papo com a escritora do livro "Pó de Lua", Clarice Freire. Ela falou sobre sua trajetória até o sucesso atual e sobre sua transição de publicitária para escritora, além de falar que já está trabalhando em seu novo livro (cujo título está muito bem guardado, segundo a autora), que deve ser lançado no primeiro semestre do ano que vem pela Editora Intrínseca.

No início da conversa Clarice falou de como tudo isso começou. Ela trabalhava como publicitária numa empresa, e nos tempos vagos escrevia poesias ou brincava com as palavras, e no final do dia jogava tudo isso no lixo. O que ela não sabia é que a partir de um certo momento seus colegas de trabalho passaram a resgatar essas poesias e guardá-las, porque realmente era um trabalho maravilhoso. No dia que ela descobriu isso, ela ficou revoltada, discutiu com seus colegas até que eles a convenceram de criar um blog para não perder todo esse conteúdo. E foi assim que surgiu o "Pó de Lua".

Ela continuou falando como o blog começou a crescer. No início era postado somente as transcrições dos versos, até que ela conseguiu um celular com câmera. Desse modo fotos começaram a serem postadas, e uma página no Facebook foi criada para a divulgação do blog. O "Pó de Lua" foi crescendo, até que uma postagem na rede social sobre palitos de fósforo foi compartilhada pelo Pedro ("Eu me chamo Antônio") e logo ocorreu uma explosão de compartilhamentos e curtidas em sua página.

Clarice contou que o convite da Intrínseca foi feito por causa do Pedro, que comentou dela para os editores. E só depois do convite feito, e do contrato fechado, é que ela saiu da empresa de publicidade na qual trabalhava para se dedicar inteiramente ao livro. Ela também disse que não tem momento para escrever, escreve quando as palavras vem a mente, e por conta disso tem papéis e canetas espalhados por todos os cantos de sua casa. Porém, o melhor horário para escrever é de madrugada, segundo a escritora, pois é o momento onde refletimos sobre todo o dia que tivemos.

No final ela ainda respondeu algumas perguntas dos leitores presentes, e temos que destacar a humildade e simpatia da escritora. Ela atendeu a todos que estavam no local, autografou livros e ainda tirou fotos com quem quisesse. Temos que admitir que estamos encantados com Clarice Freire, e que ela realmente conquistou nossos corações.


Seguindo o nosso dia, fomos para a fila tentar conseguir uma senha para o Conexão Jovem com a Colleen Houck, e depois de muito esforço e conversa com a Arqueiro (ainda estamos sem palavras para agradecer), conseguimos entrar como convidados da editora, e ainda tem mais, ficamos na primeira fila bem pertinho da Colleen. Não vamos dar muitos detalhes sobre a conversa porque estamos montando um post especial para contar tudo para vocês (e talvez tenha um vídeo).


Para finalizar o dia com chave de ouro fomos ver o querido Pedro Gabriel, escritor dos livros "Eu me chamo Antônio" e "Segundo eu me chamo Antônio". Estivemos na sessão de autógrafos com o autor que foi realizada no estande da Editora Intrínseca. Conversamos um pouquinho com o Pedro, e ele foi super simpático conosco.
Próxima
« Prev Post
Anterior
Next Post »